Novidades e destaques: O que esperar do suspense “Firebreak” e os sucessos que já dominam a Netflix
15 Janeiro 2026A gigante do streaming acaba de divulgar as primeiras imagens e a data de estreia de uma das suas produções mais aguardadas para o início de 2026. Estamos falando de Firebreak, o novo thriller psicológico dirigido por David Victori, conhecido por trabalhos intensos como Sky Rojo. Marcado para chegar à plataforma no dia 20 de fevereiro, o longa promete deixar o espectador sem fôlego ao apresentar personagens encurralados em um dilema moral impossível. A trama gira em torno de Mara, interpretada por Belén Cuesta, que tenta cicatrizar velhas feridas familiares em uma casa de verão isolada na floresta.
O pesadelo em chamas de Firebreak
O que deveria ser um momento de despedida e reconciliação familiar rapidamente se transforma em caos. Após uma discussão, a filha de Mara desaparece na mata sem deixar vestígios, justamente quando um incêndio florestal incontrolável irrompe na região. O cenário de tensão escala rapidamente: as autoridades ordenam evacuação imediata, mas Mara, desesperada, se recusa a partir sem a filha. Numa decisão extrema, a família ignora as ordens e adentra a floresta em chamas. Isolados e sem ajuda oficial, a única esperança recai sobre Santi, o guarda florestal local vivido por Enric Auquer. Contudo, à medida que o fogo se aproxima, surge a suspeita de que as chamas não são a única ameaça ali — alguém está mentindo. Produzido pela Espotlight Media, que vem consolidando seu nome com projetos focados nos criadores, o filme traz ainda Joaquín Furriel e Diana Gómez no elenco, prometendo uma atmosfera de angústia e uma corrida contra o tempo.
Enquanto aguardamos essa estreia de fevereiro, o catálogo da Netflix segue recheado de sucessos recentes que merecem sua atenção, variando da ação brutal ao drama emocionante. Confira o que tem se destacado no serviço até agora.
Ação desenfreada em Resgate 2
Para quem busca adrenalina pura, Chris Hemsworth retorna ao papel do mercenário Tyler Rake na sequência direta do aclamado Resgate. Depois de quase morrer no primeiro filme, o protagonista encara uma nova missão suicida: salvar a família de um criminoso impiedoso. A direção continua nas mãos de Sam Hargrave, garantindo aquela qualidade técnica nas cenas de ação, com o roteiro assinado por Joe Russo. A produção é um verdadeiro encontro de gigantes, envolvendo a equipe da AGBO, dos irmãos Russo, e baseia-se na graphic novel Ciudad, de Ande Parks. Além de Hemsworth, o elenco traz de volta Golshifteh Farahani e adiciona nomes como Olga Kurylenko e Idris Elba em participações que expandem esse universo. É aquele tipo de filme que não te deixa piscar.
O retorno do detetive em Luther: O Cair da Noite
Saindo da ação militar para o suspense policial, temos a continuação em longa-metragem da série britânica que consagrou Idris Elba. Em Luther: O Cair da Noite, um serial killer aterroriza Londres enquanto o brilhante, mas problemático detetive John Luther está atrás das grades. Assombrado pelo fracasso em capturar um psicopata cibernético que agora o desafia, Luther decide que a prisão não vai segurá-lo. Ele foge para terminar o serviço, custe o que custar. O filme traz de volta Dermot Crowley como Martin Schenk e adiciona peso ao elenco com Cynthia Erivo e Andy Serkis, entregando uma trama densa sobre obsessão e justiça.
A emoção e a inocência em O Último Vagão
Mudando completamente o tom para um drama que aquece o coração, O Último Vagão, de Ernesto Contreras, nos apresenta a jornada do pequeno Ikal. Viajando pelos trilhos do país enquanto seu pai trabalha na construção de ferrovias, o menino encontra em uma parada a chance de criar raízes, mesmo que temporárias. Ele faz amizade com Chico, o rebelde, Valeria, sua paixonite, e até um vira-lata chamado Quetzal. O coração da história, no entanto, está na relação das crianças com a professora Georgina, que faz milagres com recursos limitados. A trama ganha contornos de crítica social quando o inspetor Hugo Valenzuela chega com a missão ingrata de fechar escolas rurais. É uma narrativa tocante sobre a luta de Ikal e seus amigos para preservar seu direito de estudar e o impacto transformador que um mestre pode ter na vida de um aluno.
História e tensão em Sangue e Ouro e The Last Kingdom
Para os fãs de ficção histórica, a Netflix não decepciona. Ambientado na primavera de 1945, Sangue e Ouro, de Peter Thorwarth, traz uma vibe de faroeste no final da Segunda Guerra Mundial. Henrique, um desertor alemão que só quer voltar para a filha, acaba cruzando o caminho de uma tropa da SS que caça um tesouro judaico escondido. Com a ajuda da fazendeira Elsa, eles se envolvem numa caçada sangrenta pelo ouro, culminando em um confronto brutal na igreja local.
Já para encerrar uma saga épica, The Last Kingdom: Seven Kings Must Die finaliza a história de Uhtred de Bebbanburg. Com a Inglaterra quase unificada, a morte do Rei Eduardo lança o reino no caos novamente, com herdeiros disputando a coroa e ameaçando a paz que demorou um século para ser construída. Uhtred, governante da Nortúmbria, precisa navegar por essas águas turbulentas uma última vez. É o desfecho grandioso que os fãs da série esperavam, amarrando as pontas soltas de uma das melhores produções medievais do streaming.
